🎓 O IDEP é uma instituição de ensino: as cirurgias são realizadas por médicos pós-graduandos, com planejamento junto da Dra. Irene Daher, responsável técnica, e supervisão dela presente em todas as cirurgias.🎓 Instituição de ensino · todas as cirurgias supervisionadas pela Dra. Irene Daher
IDEPInstituto Irene Daher de Ensino e PesquisaINSTITUIÇÃO DE ENSINO · RESP. TÉCNICA DRA. IRENE DAHER
Atendimento particular · Não atendemos pelo SUS
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Dra. Irene Daher
Dra. Irene DaherResponsável técnica · presente em todas as cirurgias
IDEP
Instituto Irene Daher de Ensino e PesquisaInstituição de ensino e pesquisa em cirurgia plástica
Contorno corporal

Correção de diástase abdominal no Rio de Janeiro

A correção de diástase aproxima os músculos do abdômen que se afastaram, principalmente depois da gestação, e devolve firmeza à barriga. No IDEP – Instituto Irene Daher de Ensino e Pesquisa, a cirurgia é feita com a supervisão da Dra. Irene Daher, responsável técnica.

  • Aproximação dos músculos retos do abdômen
  • Em geral feita junto da abdominoplastia
  • Hérnia umbilical tratada no mesmo tempo, se houver
  • Planejamento junto da Dra. Irene Daher, responsável técnica
  • Cirurgia supervisionada por ela, presente na sala
Não atendemos pelo SUS.Atendimento particular.

Quer corrigir a diástase? Agende uma consulta.

AnestesiaGeral ou peridural com sedação
DuraçãoEm geral, de 2 a 4 horas
InternaçãoNormalmente 1 noite
LocalHospital com CTI
Dra. Irene Daher, responsável técnica do IDEP
Dra. Irene Daher · Responsável técnicaCRM-RJ 52.49886-3 · RQE 5780 · Membro Titular SBCP
Abdômen com flacidez após gestação

O que é a diástase abdominal

É a separação dos dois músculos retos do abdômen, que ficam um de cada lado da linha do umbigo. Na gravidez, eles se afastam naturalmente. Quando não voltam, a barriga continua saliente mesmo com o peso controlado, e podem surgir desconforto e sensação de fraqueza no abdômen.

Também conhecida ou procurada como: diástase abdominal, cirurgia de diástase, diástase dos retos abdominais e plicatura abdominal.

A diástase é muito comum: em um estudo que acompanhou mulheres desde a gestação, ela estava presente em 60% seis semanas depois do parto e em cerca de um terço após um ano.

Quando a cirurgia é indicada

Fisioterapia e exercícios específicos são o primeiro passo. A cirurgia é considerada quando a diástase persiste e vem com flacidez e sobra de pele, em quem não planeja novas gestações e está com o peso estável.

Como funciona a correção de diástase no IDEP

A cirurgia é realizada por um médico no último ano da pós-graduação em cirurgia plástica, com a supervisão da Dra. Irene Daher, responsável técnica, cirurgiã plástica há mais de 30 anos. Na avaliação, você conhece a equipe e recebe por escrito quem participa da sua cirurgia.

Todo o planejamento da cirurgia é feito junto com a Dra. Irene Daher, responsável técnica, e todas as cirurgias são supervisionadas por ela, presente na sala de cirurgia.

A consulta é presencial, em Botafogo. A cirurgia é feita em hospital com centro cirúrgico, equipe de anestesia e CTI.

Como é feita

Os músculos são aproximados com pontos firmes (plicatura) do alto do abdômen até abaixo do umbigo. Como a diástase costuma vir com pele em excesso, a correção é feita na maioria das vezes junto da abdominoplastia ou da mini abdominoplastia.

Recuperação

  • Cinta compressiva por algumas semanas.
  • Caminhadas curtas desde os primeiros dias.
  • Sem esforço abdominal e sem carregar peso por cerca de 6 semanas.
  • Retornos programados com a equipe.

Página principal: Abdominoplastia.

Os prazos são aproximados e variam de pessoa para pessoa. Toda cirurgia tem riscos, que são explicados na consulta.

Conteúdo revisado por Dra. Irene Daher, cirurgiã plástica · CRM-RJ 52.49886-3 · RQE 5780 · Membro Titular da SBCP · Responsável técnica do IDEP.
Última revisão: 17 de outubro de 2026. Conheça o profissional

Correção de diástase abdominal: dados e referências

Alguns números da literatura médica ajudam a entender o procedimento. Eles são médias de estudos e não substituem a avaliação individual.

  • Em mulheres acompanhadas desde a gravidez, a diástase dos retos estava presente em 33,1% na 21ª semana de gestação, 60% seis semanas após o parto, 45,4% aos seis meses e 32,6% um ano depois. [1]
  • A taxa geral de complicações da abdominoplastia varia de 10% a 20%; o seroma é a mais frequente, e a trombose venosa profunda ocorre em menos de 1%. [3]

Referências

  1. Diastasis recti abdominis during pregnancy and 12 months after childbirth: prevalence, risk factors and report of lumbopelvic pain (Sperstad JB et al., Br J Sports Med, 2016)
  2. Abdominoplastia (SBCP)
  3. Abdominoplasty – StatPearls (Dawson-Amoah K, Kelecy M, Szymanski KD, 2026)
  4. Complicações em abdominoplastia (Gemperli R, Mendes RRS, Rev Bras Cir Plást, 2019)

Conteúdo informativo, revisado pela Dra. Irene Daher, responsável técnica. Não substitui a consulta médica. A indicação e os resultados variam de pessoa para pessoa.

Perguntas sobre correção de diástase

A Dra. Irene participa da minha cirurgia?

Sim. O planejamento é feito junto com a Dra. Irene Daher, responsável técnica, e ela está presente na sala, supervisionando a cirurgia.

Exercício resolve a diástase?

Ajuda muitas mulheres, principalmente no primeiro ano após o parto. Quando o afastamento persiste com flacidez, a cirurgia é a forma de aproximar os músculos.

Preciso fazer abdominoplastia junto?

Na maioria dos casos, sim, porque há sobra de pele. Com pouca flacidez, a mini abdominoplastia pode ser suficiente.

A diástase pode voltar?

A correção tende a ser duradoura, mas nova gestação ou grande ganho de peso podem afastar os músculos de novo.

Onde é feita a avaliação?

No consultório do IDEP, na Rua Visconde de Silva, 52 – Sala 806, em Botafogo, Rio de Janeiro, de segunda a sábado.

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